UEMA e UNICEF Inauguram Novo Marco para a Defesa da Infância no Maranhão
Por ODS UEMA em 15 de maio de 2026
Sediada no Prédio do curso de História, a Casa do Selo UNICEF surge como um centro vital para a articulação de políticas públicas e a proteção de direitos dos cidadãos maranhenses
As paredes coloniais do Prédio de História da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), ganharam, nesta quinta-feira (14), uma nova camada de relevância social. Em movimento às urgência das causas humanitárias, a universidade inaugurou oficialmente a Casa do Selo UNICEF, consolidando-se como o epicentro das estratégias de defesa da infância e adolescência no território maranhense.
A iniciativa, fruto de uma parceria estratégica entre a UEMA, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Associação de Defesa da Educação, Saúde e Assistência Social (Asserte), não representa apenas a abertura de um espaço físico, trata-se da criação de um laboratório vivo de impacto social, onde a expertise técnica da universidade se encontra com a rede de proteção da ONU.

Para a comunidade acadêmica, o espaço funciona como um convite aberto: professores e alunos agora possuem um ponto de apoio direto para articular pesquisas e extensões que dialoguem com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles voltados para a redução das desigualdades (ODS 10) e a educação de qualidade (ODS 4).
A Casa do Selo UNICEF operará como um motor para os municípios maranhenses que buscam a certificação internacional. Ali, serão traçadas as diretrizes para melhorar indicadores de saúde, educação e proteção contra a violência, unindo os esforços da Asserte e da gestão universitária.
Esta inauguração marca o compromisso da UEMA em transcender os muros acadêmicos e ocupar o papel de mediadora entre o conhecimento e a transformação real. Em um estado de desafios geográficos e sociais complexos, a nova sede na Rua da Estrela promete ser o farol que guiará as próximas décadas de políticas públicas voltadas para quem mais precisa: as crianças e jovens do Maranhão.

Por: Assessoria ODS/UEMA
